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O mercado de galpões e condomínios logísticos bateu recordes históricos no segundo trimestre de 2022, de acordo com pesquisa feita pela SDS Properties, imobiliária focada nesse segmento em todo o Brasil. Impulsionado pelo crescimento do e-commerce, principalmente durante a pandemia, o segmento alcançou o maior patamar de absorção líquida da história para o período (indicador que mede todas as novas locações, subtraindo as devoluções/rescisões no mesmo período), com 962 mil metros quadrados alugados, nos meses de abril, maio e junho.

Os dados foram revelados por Simone Santos, CEO e fundadora da SDS Properties, durante reunião do Comitê de Real Estate da Associação Brasileira de Logística (Abralog), do qual Simone Santos ocupa uma das coordenadorias.

“O mercado de galpões logísticos teve um aumento de 60 % em relação ao 2º trimestre de 2021 (recorde anterior), e de mais de 2.000% em relação ao 2º trimestre de 2021. Nos seis primeiros meses de 2022, o setor concluiu cerca de R$ 2,4 bilhões em contratos de aluguel. Em 2021, o fechamento  foi em torno de  R$ 4,7 bilhões”, informou a CEO da SDS, que atua nesse mercado há mais de 20 anos.

Simone Santos informou, ainda, que além do e-commerce, os segmentos de mercado que mais se destacaram nas contratações desses espaços logísticos foram: transporte, logística, e-commerce, varejo e produtos de limpeza e higiene. Esses setores representaram 74% das locações do segundo trimestre de 2022. Entre os estados, São Paulo teve o melhor desempenho de absorção, com absorção líquida positiva de 346 mil m², seguida por Pernambuco com 122 mil m² e Minas Gerais com 119 mil m², com crescimento estável mesmo durante a crise que afetou o segmento, entre 2014 e meados de 2019.

A SDS, imobiliária voltada para o mercado de logística, indústria e redes de varejo e atacado, também oferece serviços de consultoria e pesquisa, avaliações e opinião comercial de valores de venda e locação. A empresa tem em sua carteira, clientes como: ID Logística, Mobly, DHL,  Via Varejo, GTIS, Greco & Guerreiro, Sanca, , LOG, Bresco, TK Logística, entre outras. Crédito da imagem: SDS

 


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Com quase 30 anos de experiência nos setores de transporte e logística, Fernando Daruiche é o novo Gerente Nacional de Operações da Ativa Logística, um dos maiores operadores logísticos dos setores de saúde e beleza, com 18 unidades distribuídas pelo País.  

O executivo comenta que a principal meta da sua atuação é assegurar a qualidade e o atendimento dos serviços prestados pela companhia já reconhecidos pelo mercado, que serão os maiores impulsionadores do seu crescimento de 20% até o final de 2022. “O nosso horizonte de crescimento está projetado em nossos clientes que podem contar com a nossa expertise da logística integrada, com serviços de armazenagem, transporte aéreo e rodoviário com capilaridade nacional”, destaca ele.

Fernando Daruiche é formado em engenharia mecânica, com pós- graduação em Administração de Empresas e MBA Internacional em Gerenciamento de Projetos. Já passou pelas empresas Solistica, Expresso Jundiaí, Leo Madeiras, Lorene Importação e Exportação, Universal Distribuição e Transporte e Grupo Columbia.

 

Novas contratações para a expansão no Brasil

Com 27 anos de experiência na área comercial de transporte e logística, Marcelo Rossi é o novo Gerente Regional Comercial da Ativa Logística e atuará em todo interior paulista e Minas Gerais.

Já Adauto Tacla possui 25 anos de experiência nas áreas comercial e operacional e completa o quadro de contratações estratégicas da empresa durante o primeiro semestre deste ano e ocupa a função de Gerente Regional Operacional e Comercial no Paraná e Santa Catarina.

As novas contratações acontecem para acelerar os projetos de crescimento da Ativa Logística através de atuação em novas localidades, ampliação de serviços logísticos para clientes atuais e atuação em novos segmentos da economia que apresentam compatibilidade de carga com os setores de medicamentos, beleza, saúde e bem-estar, finaliza Fernando Daruiche.

 

 


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A RTE Rodonaves, primeira empresa do Grupo Rodonaves e referência nacional em transporte de carga no país, inaugurou duas novas unidades localizadas nas cidades de Atibaia e Mirassol, que fortalecem a malha de atendimento da empresa no interior paulista. As novas unidades fazem parte do plano de expansão da empresa para 2022, período para o qual o Grupo Rodonaves previu a inauguração de 9 RTE Rodonaves e 10 lojas da Rodonaves Express.

Juntas, as unidades possuem mais de 26 mil mts2 e tem localizações estratégicas para atender de forma ágil e ampla os clientes dessas regiões. “Com essas inaugurações, chegamos a 75 unidades no estado de São Paulo. Elas foram estrategicamente pensadas para fortalecer a malha de atendimento no estado, aumentando a nossa capilaridade, qualidade e agilidade nos prazos de entrega”, explica João Naves, fundador e presidente do Grupo Rodonaves.

“A nossa intenção com o plano de expansão é proporcionar desenvolvimento não apenas dos nossos negócios, mas também das cidades onde atuamos gerando mais oportunidade de emprego. Além disso, cada inauguração reforça o objetivo de nos mantermos próximos dos nossos clientes, sempre atendendo com eficiência e agilidade”, conclui João Naves, fazendo referência aos 24 novos postos de trabalhados gerados com as duas inaugurações.

Somados mais de 300 mil clientes atendidos anualmente e um plano de expansão ativo, a transportadora espera um incremento de 19% em sua receita para esse ano se comparado com 2021, quando faturou R$ 1.3 bilhão. Crédito da imagem: Divulgação


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Especialistas apontam a tecnologia como um dos principais fatores para a evolução da logística brasileira – que hoje ocupa apenas o 55º lugar no ranking do Banco Mundial para o segmento. Mais que isso: as próprias empresas da área reconhecem o papel estratégico que a tecnologia desempenha. É o que mostra a pesquisa setorial, batizado de Espelho Logístico.

O estudo aponta que 77% das transportadoras investem em tecnologia e 62% acreditam que ela é a chave para resolver problemas enfrentados no seu dia a dia. Além disso, os mesmos 62% afirmam não possuir barreiras para investir em soluções tecnológicas. No entanto, 78% das empresas participantes apontam investimentos de até R$100 mil por ano, enquanto apenas 10% direcionam valores acima de R$500 mil.

Liderada por eSales e uMov.me, a Next Log levantou ainda as tecnologias mais utilizadas pelas transportadoras brasileiras, entre as quais destacam-se: o rastreio de frota (85%), soluções para financeiro, marketing e vendas (55%), bem como aplicativo para gestão de entregas (51%).

“Em um mercado competitivo como o da logística no Brasil, a colaboração torna-se chave para as empresas da área. Nesse sentido, a Espelho Logístico nos traz a identificação de oportunidades que possam beneficiar todo o ecossistema. Promover esse conhecimento é importante para um alinhamento mais profundo sobre como as transportadoras vão atuar nos próximos anos”, analisa Alexandre Trevisan, CEO da uMov.me.

O levantamento mapeou ainda os principais entraves enfrentados pelas empresas no último ano. Nesse sentido, os mais apontados foram lucro e margem (44%), necessidade de melhoria na gestão da companhia (43%), problemas com fornecedores (39%) e com motoristas (39%). Já na relação com os clientes, a grande maioria das transportadoras encontra dificuldade em repassar custos do frete (72%). E algumas também sinalizaram falta de fidelidade dos clientes (28%).

Para a organização do projeto, os desafios de gestão financeira, de frota e de negócios apontados pelo estudo apresentam um espaço ainda maior para o uso da tecnologia na logística nacional. A partir daí, agrega-se valor para as empresas do segmento e contribui-se com resultados diretos tanto na operação de cada transportadora, quanto no ecossistema como um todo.

“A Espelho Logístico é uma ferramenta abrangente para um mapeamento das principais dores do mercado de transporte e o seu necessário caminho para a digitalização. Além disso, o olhar para negócios tendo em vista a comunidade e todo o potencial do seu ecossistema, traz uma visão singular de oportunidades para uma transformação mais efetiva do mercado da logística”, pondera Voltér Trein, CRO da eSales.

A Next Log surgiu com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da logística no País, oferecendo um espaço com serviços e conteúdos exclusivos para empresas do segmento de transportes. A iniciativa reúne empresas, entidades e profissionais que buscam impulsionar o setor e promover benefícios para todo o ecossistema. Crédito da imagem: Espelho Logistico/Divulgação.


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O número de fretes rodoviários no Brasil cresceu 37% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2021, segundo levantamento da plataforma digital FreteBras. O estudo mostra que o volume cresceu de 1,63 milhão em 2021 para 2,24 milhões neste ano. Em 2020, o número foi de 1,06 milhão.

Ao mesmo tempo que o segmento mostra desempenho positivo também necessita de avanços na gestão empresarial. Maior controle sobre as etapas da devolução e inbound de mercadorias, tratativas financeiras dos custos extras e detalhamento dos custos nacionais de transporte nos processos de importação, são alguns dos processos logísticos que precisam ter maior controle e gestão, afirma o cofundador da Simulefrete, Marcos Barbosa,  especialista com mais de 30 anos de experiência na logística brasileira.

Controlar e centralizar todos os processos de logística reversa e quaisquer outros tipos de operações de entrada ou retorno de mercadorias para os Centros de Distribuição e suas respectivas solicitações de transporte, ainda são alguns dos principais desafios diários para embarcadores e distribuidores.

 “Hoje, em muitos projetos que analisamos no dia a dia, a questão da logística reversa e controle das operações de inbound nas empresas ainda apresentam oportunidade de melhoria. Como esses processos iniciam fora dos domínios das empresas, e acontecem simultaneamente em diferentes locais, os produtos chegam no Centro de Distribuição sem que o embarcador tenha a visibilidade do processo e dos custos envolvidos naquela operação”, relata Barbosa.

Diante desta necessidade, de forma inovadora, apenas com a implantação do Módulo “Requisições” desenvolvido pela Simulefrete ( plataforma criada em 2017 e voltada para a governança das operações de transporte) é possível que os embarcadores tenham o controle total de todos os processos de mercadorias que retornam ou são direcionados para os CDs, de origens fora dos domínios da empresa: entradas de mercadorias em logística reversa, coletas em fornecedores, notas fiscais de entrada de importação, retirada de mercadoria em portos, aeroportos e armazéns gerais, entre outras.

A solução funciona como um portal que engaja e integra os transportadores, trazendo maior visibilidade das operações; além disso, provisiona os custos de frete no seu fato gerador, controla os prazos de retorno e entrega dos produtos e evita problemas comerciais futuros que possam prejudicar a operação logistica”, finaliza Marcos Barbosa.   

 

 

Governança do frete 

A plataforma oferece governança e gestão de fretes e possibilita o acesso ao panorama geral de todas as entregas, desempenho, faturamento e conciliação financeira em tempo real. Na prática, oferece desde a escolha do transportador, tipo de modal para cada operação ou mercadoria e acompanhamento do pedido em tempo real, até a entrega, status de toda a operação, se as entregas estão dentro do prazo, avaliação de desempenho do transportador, sem a necessidade de esperar finalizar o mês.

A Simulefrete tem diferentes módulos que podem ser introduzidos nos processos logísticos. São eles:  Cotações de Frete online, Cálculo e Provisionamento de Frete, Controle de Custos Extras, Tracking de Entregas, Auditoria de Custos e Governança Fiscal e Financeira, Fluxo Sistemático de Ações, Requisições e Logística Reversa, Portal de frete colaborativo e Programação de carga inteligente. Crédito da imagem: Freepik


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A nstech, maior plataforma de serviços tecnológicos de logística da América Latina, dá um importante passo em sua estratégia One Stop Shop e entra com força no e-commerce com a integração do hub Frete Rápido.

“Focamos nossa expansão nos diversos segmentos da cadeia de logística, incluindo sistemas de gestão, gerenciamento de riscos, serviços de pagamentos e tecnologia para motoristas, entre outros. Com a chegada da Frete Rápido, consolidamos um elo-chave do nosso ecossistema: o chamado last mile, um dos maiores desafios da logística, que é a gestão dos fretes a partir da compra finalizada pelos clientes”, explica Vasco Oliveira, CEO da nstech.

Criado em 2015, a Frete Rápido é um hub de transporte 100% na nuvem, que fornece inteligência logística e conecta indústrias, e-commerce, varejo, operadores logísticos e marketplaces a transportadores, como lockers, pontos de retiradas, motoboys, transportadoras rodoviárias e aéreas. O sistema envolve automação total, redução de custos e escalabilidade e utiliza tecnologias para pré e pós-venda, gestão dos processos e acompanhamento das entregas.

Segundo Mário Rodrigues, CEO da Frete Rápido, a empresa é focada em companhias com operações robustas,  modelos de e-commerce tradicionais, omnichannel, ship from store e multi origem. Entendemos que há toda uma parcela de lojistas e empreendedores que possuem um volume menor de vendas digitais, que ainda não estão no momento de utilizar uma ferramenta robusta como a Frete Rápido, mas que possuem uma dor latente na logística. “Estamos em fase de pré-lançamento de uma marca para pequenas e médias empresas, a Shippon, uma ferramenta gratuita, prática, mas robusta, com o DNA FR e com todas as funcionalidades que essas empresas necessitam para crescer com uma logística bem estruturada”, finaliza ele.

A plataforma de serviços tecnológicos para logística nstech reúne 18 empresas dos diversos segmentos da logística para fortalecer sua estratégia de inovação aberta e colaborativa. São elas Buonny, Opentech, AT&M, Brasil Risk, LogRisk, Praxio, Hivecloud, Fusion, I Am Tech, 99kote, Bsoft, e-Frete, Simetrias, Trafegus, Atua, Mundo Logística, LogEduc e Frete Rápido.

 

A nstech já conta com mais de 45 mil clientes, sendo 35 mil transportadoras, seu banco de dados reúne 2,1 milhões de motoristas e projeta faturamento anual de R$ 450 milhões, consolidando-se como a maior plataforma One Stop Shop da América Latina. Além do Brasil, a nstech está presente em México, Colômbia, Peru, Panamá, Portugal, Espanha, Angola, Moçambique, Polônia, Marrocos e Macau. Crédito da imagem: Divulgação/ nstech

 


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Imagine a forma como você consumia produtos e   serviços antes da pandemia de Covid-19. Agora, imagine como você consome os   mesmos produtos atualmente. Hoje, o seu consumo está muito voltado a   plataformas e ferramentas digitais, certo?!

Assim como os consumidores, organizações   também tiveram de se adaptar às mudanças, sobretudo a área de Logística. A   seguir, a coordenadora do curso de Logística da Faculdade Anhanguera, Danieli Hernandes,   aponta quais tendências devem ser mantidas ou aperfeiçoadas pelas empresas no  “novo normal”. Segundo ela, o isolamento social deixou profundas marcas na área da   logística, que devem permanecer.

E-COMMERCE VEIO PARA FICAR

O comércio eletrônico já vinha mostrando   crescimento nos últimos anos, e isso se acelerou em 2020, com a pandemia. Os   números comprovam isso: segundo dados da Synapcom, as compras on-line   cresceram 672% no Norte, 671% no Nordeste, 611% no Centro-Oeste, 513% no   Sudeste (região que concentra 64% do volume de transações) e 372% no Sul do   Brasil no primeiro trimestre de 2021, em relação ao ano anterior. Só nos três primeiros meses deste ano, o   brasileiro fez 78,5 milhões de compras online (57,4% a mais em comparação ao   mesmo período de 2020), gerando um faturamento de R$ 35,2 bilhões (72,2% a   mais do que o ano anterior), segundo pesquisa da Neotrust.

E de todo esse montante de compras, 56,3% dos   pedidos é feito pelo consumidor por meio do aparelho celular, segundo   relatório sobre comércio eletrônico do país elaborado pela Ebit. Com este cenário, do pequeno ao grande   empresário, qualquer empresa deve obrigatoriamente considerar as vendas por   comércio eletrônico em seu plano de negócio, com risco de ficar para trás se   mantiver apenas as tradicionais vendas físicas.

DIGITALIZAÇÃO

Muitas empresas encararam problemas   estruturais em suas cadeias de suprimento, causados por gerenciamento manual   de estoques, por exemplo. Mas como toda mudança vem para o bem, grande parte   delas rapidamente se atualizou e investiu em inteligência artificial e   recursos tecnológicos para melhorar o seu “supply chain”. Passada a   pandemia, a digitalização é uma tendência que deve se manter na área da   logística.

UNIÃO DE FORÇAS

O ditado diz que “a união faz a   força”, e é verdade. Grandes varejistas intensificaram parcerias com   empresas e fornecedores menores, para aumentar sua rede de atendimento e cobertura de mercados. Uma   maior ajuda mútua e integração entre fornecedores e empresa é bom para todos   os lados: tanto para as corporações, fomentando os pequenos negócios; quanto   para o consumidor, que recebe o produto mais rápido ou com melhor preço.

Essa “união” também é um ponto   positivo para descentralizar os centros produtores e distribuidores. Se há um   fornecedor ou parceiro no Norte do Brasil, o consumidor que mora nessa região   e realiza uma compra que possa ser atendida por um parceiro mais próximo do   endereço de entrega (em vez do produto sair no Sul, por exemplo) receberá   mais rápido a mercadoria.

INVISTA NO OMNICHANNEL

O Omnichannel é uma tendência do varejo que   converge todos os canais de comunicação usados pela empresa no relacionamento   com o cliente. Isso quer dizer que não importa se o consumidor faz uma compra   ou reclamação em uma loja física, ou pelo site ou telefone. Todas as   informações do cliente estão concentradas em uma só base de dados, tudo   integrado, acelerando os processos.

MELHORE O LAST MILE

Na Logística, o termo “last mile”   se refere à última etapa da entrega do produto, o trajeto do centro de   distribuição até o endereço do comprador. Neste processo pode haver entraves,   e investir em tecnologia de rastreio melhorará a experiência tanto para o   comprador, como para o vendedor.É bom para o cliente, que sabe qual caminho o   produto está fazendo até chegar às suas mãos, quanto para a empresa, que pode   avaliar quais são as melhores rotas de entrega, reduzindo inclusive o preço   do frete.

ESG

O ESG (Enviromental, Social and Governance,   ou Meio ambiente, Sociedade e Governança, em português) também devem pautar   as atividades de Logística das empresas. As organizações socialmente   responsáveis devem pensar em ações que promovam, por exemplo, a economia   circular, reduzindo o impacto de suas operações no meio ambiente, além de   apoiar e fomentar ações sociais nas comunidades que vivem em seu entorno.

TRABALHO REMOTO

Praticamente todas as áreas do mercado foram   impactadas com o home office, não apenas a Logística. E a tendência do  trabalho remoto deve ser mantida, otimizando reuniões e processos de forma  on-line. Crédito da imagem Pexels.





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